formas

f o m e           d e n o m       e q ue m e s c ol h e a n or m a d a fo          rm a
f m d n m q m s c      l h n r m     d f m
no     m e da     for ma    qu e m es c o     l h e a n orm a da fo me
o e       a o a u e e     o e a o a a o e
f or   m   a de     fo m    e qu e m e sc o lh e o n om e d a norm a
o o o o o o
n or ma d f    o   r m    a    qu e m   es     co lh e a       f o me d o n    o   me
n m m m    m    n m
n o m    e de    no r m a q u   em e sc ol h e a for ma d a fo m e
n o m   d n   o r m q    ue e sc ol     h a for m d fo m
fo m e de    for    ma q   u e    m e  sc     olh    e a n o rm a do n om e
fo de f o   r     qu    e sa    n     o    d n o

—>um poema é múltiplo, poemas são. poema escória não. poema poema. poema visual, poema digital, poema verbal, poema reinventado, poema reinventando, poema impacto, poema poemas, poema ato, poema movimento, poema instante, poema futuro, poema pressente, poema pressinto. em busca da auto-superação do poema que se gasta conforme suas probabilidades e que vão sendo exploradas e envelhece quando é sobrepujada por outro poema que o admita e exceda: poema com fome de forma———-> trans-forma-se —-> con-funde-se—-> com a imagem dentro/fora do poema—> transfigura-se——> poema-infinito——>desconstruir—–>construir——>ruir as formas quando—->

*

Ângelo Luís e Francisco Settineri

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