Publicado em ÂNGELO LUÍS & FRANCISCO SETTINERI

Fruto Amargo

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Giacomo Balla, 1913-14

Fruto amargo

Quem ouve a flor que agora brilha
no instante breve a cor existe
no mais o odor que exala insiste
disperso ao ar, curiosa trilha

E segue audaz, espinho em riste
Como se o mundo se alheasse
Inflama o tom, com muita classe
Inveja o vaso, cavo, triste…

Lembras confuso o tempo à espera
Lamenta o sonho as suas dores
E o livro é tumba de outras flores
Que a mão passeia e assim venera…

Ângelo Luís e Francisco Settineri.

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