2 poemas

qual sen
quer tido
como se
nada tiv
esse perd
ido nenh
uma

coisa
o ví
cio mais
íntimo
vai
o ouvido
ínfimo
vem
algumas coisas são
outras
quem?

*

abre a cota a conta e conta
quem quiser outra vez e de novo cometer o mesmo erro
e erra sem segredo porque não é do mesmo modo
não é mesmo para rever o que não se lê
e mais nada enquanto tudo flui influi o tanto é ponto
a mesma questão que não quer ser resposta
agora o que importa é a dúvida até espiar o segredo
quem puder ver que esconda
o som a soma o sono mais de uma voz
você revive e faz sumir
quem se importa com o fim se afinal o grito o cio silencia
o argumento agora é outro

*

Ângelo Luís

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